Novos Caminhos, Velhos Trilhos

agosto 25, 2010

ANIVERSARIO CB RIO-2

Filed under: AGENDA — sdusilek @ 8:22 am

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agosto 21, 2010

Minha Paixãozinha

Filed under: 1 — sdusilek @ 12:20 pm

 (Letícia fazendo coelhinho para Tia Carol)

Ontem a noite, como em toda madrugada, fui ver minha pequeninha dormir. Lá estava ela toda esparramada no seu bercinho! Palmas das mãos viradas para cima e aquele jeito tranquilo de respirar. Um anjinho!

Fiquei pensando em como essa menina tomou conta do meu coração. Nem 1 ano se fez do seu nascimento e meu amor por ela só cresce. Acho que terei de arrumar uma cardiomegalia para poder abrigar tanto amor! Seja quando faço toquinha para ela dormir, seja quando brinco de dar um “chameguinho papai” no seu pescocinho, eu não me canso de estar com ela. Acabo de mandar um beijinho para ela. Letícia por sua vez esbanjou um sorriso largo e gostoso para mim. Ai que paixão!

Mal acabo de deixá-la, a imagem daquele rostinho fica permeando minha visão. Tenho saudades dela só em pensar em sair de casa. Seus lambidos beijinhos, seu carinho estabanado e seu tchauzinho sem coordenação são encantadores e permeiam meu pensamento. O som de nossa conversa lastreada em pequenas sílabas e sons não decifráveis também não saem da minha cabeça.

Não consigo pensar em fazer mal a ela. Só consigo pensar em beijos, chamegos, cheiros, brincadeiras… acho inclusive que Deus queria exatamente isso da relação paterna!

Amo você minha “gostosinha”!! Você é uma preciosidade!

Beijão!

Papai ou “papapapapa-pa”

agosto 20, 2010

Carta Aberta Para Sua Excelência Dr.Antonio Cesar Rocha A. Siqueira

Filed under: Liderança — sdusilek @ 10:24 am

Rio de Janeiro, 19 de Agosto de 2010.

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR ANTONIO CESAR ROCHA A. SIQUEIRA

EXCELENTÍSSIMO PRESIDENTE da AMAERJ – Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro

Ref.: Pronunciamento em favor da Juíza da 1ª  Vara de Família de Nova Iguaçu;

Excelência,

Tive a oportunidade de vê-lo dando entrevistas em favor da Dra.Claudia, titular da 1ª Vara de Familia de Nova Iguaçu. Embora não nos conheçamos, o pronunciamento de um homem de bem como Vossa excelência tem o poder de balizar um pensamento social. Por ver que talvez alguns dados não sejam do seu conhecimento, bem como por reconhecer a influência e penetração no tecido social que alguém da sua investidura possui resolvi escrever essa carta aberta.

Não é de obstar que numa associação de classe seu presidente se pronuncie a favor de um de seus integrantes. Ocorre no entanto, que no caso do processo de guarda da menina Joanna que culminou com a tragédia do seu óbito, é salutar que a verdade prevaleça e emirja por se tratar de sangue inocente. Nesse sentido gostaria de trazer a lume que:

a)      faz-se mister Vossa Excelência se certificar que parece haver nos autos do processo apontamentos sobre Registro de Ocorrências envolvendo agressões do pai biológico com a madrasta. Não sou juiz, mas possuo bom senso. E em nome desse senso comum penso que esses fatos por si só deveriam ser suficientes para que a juíza jamais revertesse drasticamente a guarda da menina;

b) Vossa Excelência pode verificar nos autos do processo que  há ausência de isonomia da Excelentíssima Juíza da 1ª Vara de Família de Nova Iguaçu. Os autos revelam que os pedidos da genitora foram absolutamente negados, ao passo que as solicitações do progenitor foram contempladas além do que fora requerido. Essa ausência de equidade gera no mínimo um desconforto e desconfiança em relação a condução desse processo. Se não, como explicar isso? 

c)      Outra coisa que deve ser pontuada é como um terapeuta chega a uma conclusão, fecha um diagnóstico sobre um “paciente” sem ouvi-lo? Numa linguagem terapêutica, isso é impróprio e impossível de ser feito. A mãe atesta que foi auscultado o núcleo paterno, sendo ela também ouvida uma única vez. A criança, segundo a mesma, jamais foi ouvida em consulta com terapeutas forenses. Como então impingir “alienação parental”? Sugiro que Vossa Excelência mergulhe nos autos do processo;

 d)       Salta aos olhos que dois dias após inverter a guarda para a mãe, a juíza deu ao pai o direito de visita. Até aí “nada demais”, se não fosse o fato de que na fundamentação da sua decisão Sua Excelência, Dra. Cláudia ter expresso que se fundamentava na manifestação do Ministério Público POR TELEFONE! Ora Dr. Siqueira, se essa é a prática forense, muito me assusta. No meio empresarial e comercial decisões são tomadas pautados em documentos, memorandos ou mesmo “petições”. Não tinha ciência, nem sequer tinha idéia, de que as coisas eram assim no Judiciário. Aliás, isso é comum? 

d)      Por fim a Magistrada Dra.Cláudia afirma que ela não pode ser responsável por uma morte resultante de uma doença pré-existente. Mas que doença é essa, se nem o IML do Rio de Janeiro fechou o laudo? Aliás, essa é uma das versões apresentadas pelo progenitor da Joanna.  Isso não soa um pouco estranho?

 Pior que ter um sangue inocente derramado é não aprendermos nada com um episódio triste e lamentável como esse. Há inúmeros e honrosos magistrados no Estado do rio de Janeiro e esse deve ser um legítimo motivo de orgulho para o Excelentíssimo Presidente da AMAERJ. Contudo entendo que um órgão de classe deveria prezar pela apuração dos fatos afim de que bons magistrados não fossem nivelados juntamente daqueles de trabalho questionável. Por isso, se Vossa Excelência leu com parcimônia os autos e ainda assim entendeu que a referida Juíza está correta, eu retiro o que disse. Mas caso não o tenha feito (o que me parece), penso então que agora não seria o momento de referendar essa “arrogante” postura da citada Juíza. Agora cabe humildemente reconhecer os erros. A falha da justiça é o limite que possui os seus maiores instrumentos, isto é, os seus Magistrados, devido a humanidade inerente a cada um.

 Atenciosamente,

 Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

 

agosto 19, 2010

O QUE É BOM PARA O REINO

Filed under: Liderança,Teologia — sdusilek @ 11:46 am

Tenho ficado surpreso com a miopia espiritual de “respeitados líderes”. Gente boa que prega a Palavra de Deus, mas que tem uma visão distorcida do que é Reino de Deus. Gente que mistura conceitos como instituição terrena e Reino. Gente que unifica coisas absolutamente distintas, que se tocam, mas que mantém sua singularidade. 

Pois é justamente na hora do flagrante, da exposição midiática  que essa miopia se manifesta. Segundo esses lideres bom para o Reino é que não aconteça nenhuma divulgação na imprensa das vísceras de comportamentos chocantes até mesmo para a sociedade secular. Bom para esse tipo de liderança é manter as coisas contidas do lado de dentro, como se alguém que fosse legitimamente do Reino pudesse aguentar conviver com algo tão mau cheiroso. É por isso que algumas igrejas (falo aqui como instituições) se tornaram “arcas de Noé” : as pessoas só ficam com o mau cheiro de dentro por causa do medo da morte que há do lado de fora. Ora, o que choca o mundo pervertido não deveria também causar espécie no ambiente sacro-santo da igreja? Por que então acobertar ou fingir que o problema não existe?

Bom para o Reino é o que está ligado a Verdade, Luz e Justiça. O que é injusto, que fica velado por medo de “escândalo”, acaba segundo os critérios do próprio Reino, se tornando mais escandoloso ainda. Péssimo para o Reino é quando uma mentira passa a ser tolerada ou até mesmo veiculada para que haja  acobertamento do erro. O Novo Testamento mesmo assevera por diversas vezes (Mt.12, I Cor.4) que as coisas encobertas serão reveladas. No entendimento dos Inspirados autores, a Luz provoca manifestação e não ocultação. Significa dizer que a LUZ do Senhor não deve ficar escondida, sob as trevas (Mt.5:12; I Joao 1:5; Joao 9), até mesmo porque onde há trevas  não brilha a Luz do Senhor. A Luz do Senhor não pode ser contida.

Outro erro que se comete, em nome do que é bom para o Reino relaciona-se a uma confusão conceitual.  O escândalo não é a exposição. Ele ocorre, isso sim, antes da mostra pública. Escândalo  é algo triste, mas inevitável segundo o próprio Jesus (Mt.18.7). Por isso é que a falta de exposição de um escândalo não faz com que ele deixe de existir. Pelo contrário! Pode ser que ele persista e que o motivo do erro ganhe novos contornos e alcance novas vítimas. É duro dizer e constatar, mas alguns problemas só são resolvidos quando as vísceras ficam à mostra. Algumas mentes perniciosas, alguns indivíduos perversos só param uma vez descobertos e expostos. Só buscam ajuda, tratamento e correção uma vez que são indiscutivelmente pegos. Nesse sentido a exposição faz bem ao Reino de Deus pois joga LUZ sobre o pecado.

Postulo aqui, portanto, que não é a ausência de mídia numa situação que traz benefício. A grande mídia do  mundo antigo, a Palavra de Deus, sempre expôs os erros dos grandes heróis da fé. Verdade é que temos de lutar para viver de modo correto, sem provocar escândalo, conquanto saibamos que eles virão. E quando vierem, se tiverem de ser expostos, que sejam. Se esse é o tratamento de Deus para uma situação, que receba toda a dose do céu. O medo que temos de ter não é da imprensa; nosso pavor deve ser do pecado, do erro. Alias John Wesley já dizia que se dessem a ele 100 pessoas que não temessem nada mais que o pecado e que não amassem nada mais a Palavra de Deus, que ele mudaria o mundo. 

Bom para o Reino, enfim, é tudo aquilo que tem a ver com o caráter de Deus. Esconder, ocultar o pecado (pessoal ou alheio – Sl.51; I Cor.5) nada tem a ver com Jesus. Ele tratou de pecadores. Ele os curou e salvou. Leia os evangelhos e veja como a Graça de Deus se manifestou na vida das pessoas. Mas aos hipócritas (gente que camuflava os seus erros) nada pôde fazer. Por isso, não tenha medo de imprensa meu caro líder. Deixe rolar, se tiver que aparecer. Tenha, isso sim, pavor de deixar viver a Verdade, a Justiça e a Luz do Reino. Bom para o Reino é viver o caráter de Cristo.

Abração,

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

agosto 17, 2010

A PERDA DA JOANNA

Filed under: Teologia — sdusilek @ 12:13 am

Meu silêncio sobre o caso Joanna acaba de ser quebrado. Até agora achei que era importante concentrar energias não em outra coisa a não ser nas orações. Orar para que DEUS revertesse o irreversível. Mas aprouve ao Soberano tomá-la em Seus afetuosos braços. Aliás, as crianças desde há muito sabem (Mc.10) da gostosura que é estar nos braços de Jesus. E Joanna, como princesinha que era, foi para os braços do seu Rei. Sobre sua cabeça não há mais equipamentos, mas sim a mão abençoadora do Senhor. Jesus está agora mesmo (enquanto você lê) lhe fazendo um gostoso cafuné. Sua respiração não é mais feita por ventilação através de uma máquina, mas ela respira agora a plenitude do Espirito, a plenitude de Deus. Aliás o Espirito é o puro ar de Deus! No seu corpo aqui ficaram marcas horríveis oriundas da negligência ou da violência no período da guarda paterna (quem fez, e o que fez, só Deus, quem agiu e Joanna sabem). Agora no seu corpo espiritual já recebido do Senhor não há marca, nem debilidade alguma. O céu ganhou com a entrada de Joanna. Aliás esse é um dos motivos pelos quais o céu é maravilhoso – ele só ganha. Nós aqui é que perdemos ficando sem ela…

A perda dessa menina tão cheio de vida, tão altruisticamente cuidada pela sua mãe e tão comoventemente amada pelo seu padrasto (a ponto dela preferi-lo como pai, sem que ele ou a mãe induzissem a uma “alienação parental”) tem de mexer conosco. Tem de trazer indignação. Tem de nos fazer também chorar.

Estou indignado pelo fato do Judiciário ter sido instrumento da morte dessa criança. Que juízo é esse que arranca a criança da casa da mãe com quem ela tem uma relação simbiótica? Que decisão transloucada é essa que desvaloriza tudo o que aprendemos sobre família? Quer reverter provisoriamente a guarda, reverta! Mas proibir a mãe de ver? Suspeito que nem no regime dos aiatolás encontremos tamanha atrocidade!

Indignado fiquei com as demais decisões da juíza. Ora proibia o pai biológico de ver a criança (após saber que depois de sua visita a criança teve uma parada cardíaca), ora permitia a sua visitação. Tão decidida na hora de reverter provisoriamente a guarda… tão vacilante no processo de internação da menina… que tipo de juíza é essa? Tenho tanto medo de cair na mão de um falso ou ruim médico quanto o de cair nas mãos de um magistrado como essa juíza. De onde vem tamanha vacilação? É da personalidade dela? É por conta de uma possível influência? Há um fato emblemático nessa história toda: o pai biológico é sobrinho do Dep.Biscaia (sugiro a você nem pensar votar nele, nem no PT uma vez que o abriga em sua legenda) e sua tia é promotora de justiça. Será que a oscilação decisória, essa forma pendular de se portar como juíza tem haver com esse “fato”, com esse parentesco? Sinceramente espero que não.

Estupefato fiquei com o desrespeito a memória. Falo aqui da memória da Joanna quando a madrasta, na hora do culto fúnebre (!!!) resolve aparecer no cemitério. Só isso mostra que valor ela dava àquela menina e que espiritualidade realmente tem. Desrespeito também a memória vivencial e relacional do padrasto. Como pode gente que viu Ricardo trabalhando por inúmeros anos na mesma igreja, achar que ele é alvo de depreciação? Como podem acolherem alguma coisa de mal sobre ele, após se relacionarem com o mesmo, e depois irem ao velório? Como pode gente do coro dessa igreja chegar atrasado ao culto e importunar o andamento do velório? Que desrespeito a memória! Que assinte! Um lugar que não respeita a memória de gente íntegra como Ricardo, não merece respeito. Nem pode se chamar de lugar santo.

Indignação se deve às mentiras. Há mentiras nessa história. O pior é que há pessoas que mentem por hábito, por patologia ou ainda por diabólica filiação (João 8). Só para você ter uma idéia, vou destacar uma que  a imprensa noticiou. Os jornais e telejornais informaram que o pai biológico dissera que Joanna fora entregue como “um saco de batatas”. Mas ele mesmo vistou um documento judicial, na frente DAQUELA juíza, que atestava a entrega da Joanna em perfeito estado e com um mala com roupas… Bom, se mente por hábito não lhe deveria caber o papel de educador. Se mente por doença, jamais poderia ser encarado como protetor. E se é por aquela filiação… como deixar uma criança ser cuidada por alguém tão ligado ao Inferno? Que juiz daria a guarda de uma criança para alguém sabendo que, nesse caso, seria um agente ou encarnação do demônio?

Outra coisa que não me desce é a postura dos pais do pai, isto é, dos avós paternos de Joanna. Até onde sei parece que eles tinham carinho e cuidado pela criança. Agora, uma vez que sempre SE apresentaram como idôneos, por que não pressionaram seu filho a falar a verdade como na situação acima? Por que não o forçaram a se retratar pelo menos daquilo que já tem comprovação que é mentira? Por que não aceitaram a recomendação paulina de II Cor.13:8, na qual o apóstolo dizia que “nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”? Quando era criança aprendi com meu pai a não mentir. Ele me deu uma pedagógica lição, contando uma estorinha. Dali pra frente errei outras vezes. Mas ele sempre me apoiou pois dizia a verdade, mesmo que com prejuízo pessoal. Apoiem, ladeiem seu filho NA VERDADE, SEJA ELA QUAL FOR.  Até entendia (embora não aceitava) essa postura quando havia uma “imagem” a ser preservada. Mas e agora que as vísceras já foram expostas?

Indignação de como um Hospital como o RIO MAR, onde fui atendido algumas vezes (aliás tinha um médico plantonista lá chamado Dr.Renato que é bom!),  deixa um acadêmico cuidar de pessoas. Mesmo que o setor seja terceirizado, não acompanhar quem está ali… é como se contratasse uma empresa para ter uma babá mas não procurasse saber quem seria essa pessoa que cuidaria da minha filha. Mas que fique claro: esse rapaz não matou a menina. Possivelmente ele não a salvou, devido a sua deficiência técnica.  Contudo, não foi ele que causou as convulsões. Talvez se tivesse ali um médico de verdade e bom ela pudesse ser curada. Volto a dizer: ele não a matou, ele não a salvou.

Diante de tanta indignação só posso sugerir a você fazer o que o rei Davi fez. Falei isso no velório da Joanninha.  Quando amalequitas subtraem de nossa casa nosso maior valor (I Samuel 30), sim porque para retirar o maior valor de uma família não pode ser “israelita”, tem de ser “amalequita”, temos de chorar, mas além disso, nos agarrar em Deus (v.6). Nossa revolta só conduz a amargura de coração. E em coração amargurado (c0mo o dos homens de Davi) não há espaço para o CONSOLO do Espírito. E verdade é que nossa revolta não opera a JUSTIÇA DE DEUS.

Se agarre em Deus. Deixe Ele consolar sua alma. E para você que fez algo com essa menina, quero dizer que você não afrontou a mãe, ao pastor, aos tios, aos avós: você afrontou a Deus. As crianças são paradigma do Reino. São preciosidades, verdadeiras jóias do Senhor. Aliás tomo a liberdade de pensar que as jóias que cobrem as ruas da Nova Jerusalém, não são inanimadas pedras. Mas inúmeras crianças abrigadas pelo Pai. Quer visão mais linda do que essa?

Reitero portanto,  sobre você que sabe o que aconteceu (seja lá quem for) que PESA agora a Mão do Senhor, pois “horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Heb.10). Arrependa-se enquanto há lugar para arrependimento. Fale a verdade para que experimente o bálsamo e a presença de Deus, uma vez que o trono de Deus está estabelecido sobre a VERDADE. Fazendo isso, creio que Ele mesmo susterá você na hora de arcar com as conseqüências. Em outras palavras: ou você passa por isso na vereda da justiça e com Deus, ou passará pelo “caminho largo” atormentado pelos demônios. Mas se você for um como eles, talvez isso não tenha peso. Afinal os anjos de Satanás seriam seus legítimos irmãos… Nessa circunstância, uma lástima!

Com saudade daquele alegre jeito da Joanna de encher o ambiente,

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com 

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