Novos Caminhos, Velhos Trilhos

janeiro 15, 2010

Haiti: O Diabo cobrou a conta?

Arquivado em: Teologia — sdusilek @ 1:30 am

Algo terrível aconteceu nessa semana nesse pequeno e sofrido país da região caribenha. Um terremoto de grande escala (7,0 graus) e de “longa” duração (cerca de 30 segundos) arrasou o mais pobre país da America Latina. Como se não bastassem os inumeros problemas daquela nação, agora se deparam com uma catástrofe de proporções épicas. Estima-se 100.000 mortos, sendo que toda a capital (Porto Principe) está destruída. Quando nem o palacio presidencial (reforçado para resistir a golpes militares) consegue se manter em pé num terremoto, voce pode imaginar o tamanho do estrago em outras estruturas de moradia e comércio cujo cuidado na construção, quando existente, era bem menor. De fato uma tragédia.

Soma-se a dor a falta de comunicação e de abastecimento. Pessoas andam errantes pelas ruas. Tem gente no Haiti que vivia abaixo da linha de pobreza que tem tido saudade daquele tempo de miserabilidade. Isso é de embrulhar o estômago de qualquer ser humano, até mesmo do mais insensível. As pessoas não têm onde dormir; não têm o que comer nem o que beber. Lutam por mantimentos como se fossem leões dividindo uma presa. Tudo é chocante no Haiti de hoje.

É verdade também que o Haiti é um país de intensa atividade religiosa satanista. A prática do VODU não é rara por lá. Mas daí dizer que o Diabo cobrou a conta ou que Deus puniu uma nação (como fez o Pr.Pat Robertson nos EUA) é demais.  É interessante como a explicação mística é o primeiro recurso usado por  muitos  para explicar uma tragédia. Nós voltamos a um período anterior ao pré-socrático. Período dos mitos… Guarde uma coisa: tragédia não se entende, se sente!

Deus não iria arregaçar com milhares de vidas porque há uma parte do pais praticando o VODU. Esse pensamento me soa como o Diabo conseguindo atingir pelo VODU ao Senhor. Isso é desprezar o nome e a honra de Deus. É como se o Inferno tivesse feito um bonequinho de Deus e espetado agulhas nele para que Ele reagisse… logicamente que isso nada tem haver com a Biblia.

Prefiro olhar esse momento não pela “ótica do destruidor”, mas pela visão do reedificador. Como Deus enxerga algo assim?

Penso que em primeiro lugar isso dói muito no coração dEle. O sofrimento humano e a morte doem no Senhor, antes de doerem em nós. Uma tragédia como essa entristece o coração de Deus. Uma vida miserável como aquele também. Um sistema injusto que faz com que alguns tenham tanto a menos de 2 horas dali em Miami, enquanto pessoas no Haiti não tenham nada, revolta o coração do Senhor. Tudo isso traz muita dor para todos que são dotados de amor!

Em segundo lugar Deus tem a perspectiva da reconstrução. Derrubar é conosco. Destruir é com o Diabo. Agora recomeçar… isso é com Deus. Creio que Deus está agindo na população mundial para que haja socorro aos flagelados. Creio que Deus está agindo nos governantes  para que se empenhem por ajudar. Quem sabe agora não levem a sério a ajuda ao Haiti, tornando-o de uma vez por todas um lugar digno? Infelizmente alguns lideres mundiais precisam de um motivo absurdo para se sensibilizarem…

Terceiro, Deus levanta Seu povo. Para mim, sabe para onde Deus está soprando sua vontade agora? Para o Haiti! Como seria bom ter um grupo de voluntários preparados para ajudar povos que acabaram de passar por uma catástrofe? Uma espécie de missionário itinerante mas sempre de prontidão para a qualquer momento ir… Nossos espoliados hoje estao especialmente (não unicamente – Lc.10) no Haiti. E o que fazemos? Vamos ao Templo… Se Cristo estivesse entre nós, de modo encarnado hoje, sabe para onde Ele iria? Para o Caribe, ministrar a essa multidão de Porto Príncipe que anda pelas ruas como ovelhas que não têm pastor. Iria multiplicar os paes e peixes para esses que estao tão famintos. Iria ministrar esperança vinda do Alto para gente que perdeu o motivo de viver e que vive debaixo de um estresse pós-traumático. Jesus curaria os enfermos. Jesus restituiria a alegria aos entristecidos.

Ah se Jesus resplandecesse em nós… Seria completamente diferente. Nós encarnaríamos o tipo de vida que Ele levou e iríamos ministrar àquele país que hoje clama a margem da geo-politica mundial: “Filho de Davi! Tem compaixão de mim”.

Portanto meu querido… se mexa! Quer saber como?

a) ore pelo Haiti;

b) peça a Deus para mandar gente corajosa, desprendida para lá agora! Depois que tá tudo reconstruído chega a ser um assinte ir.  Tão necessário quanto os engenheiros são os pastores e missionarios. Nao adianta reconstruir predios para catatonicos morarem. É preciso reconstruir a esperança!!!

c) se voce puder e Deus tocar no seu coração, faça uma doação. Transforme em gesto seu amor! Há uma séria e cristã entidade filantrópica chamada Visão Mundial (www.visaomundial.org.br/doe) que possui trabalho no Brasil, no Haiti e em mais 98 paises do mundo. Ela é um exemplo do que pode ser feito, da onde encaminhar sua doação pecuniária.

Sobretudo: torne-se instrumento do Consolo Divino!

Fraternalmente,

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

janeiro 4, 2010

PARA CONTINUAR É PRECISO DEIXAR!

Arquivado em: Estudos — sdusilek @ 9:30 am

Para continuar é preciso deixar!

Não sei se você já conheceu gente que parou no tempo e no espaço. A pessoa ia tão bem… de repente ela travou. Não consegue ir para frente. Não progride. Como uma “mula teimosa” (se você me permite essa digressão) fica empacado, sem conseguir sair do lugar. O ano de 2009 está acabando e a vida continua estacionada…

Quando voce vai procurar uma explicação para  isso acaba esbarrando numa dolorosa experiência de vida que não conseguiu ser vencida. Aquela dor continua sendo vivida, experimentada na mesma intensidade do primeiro momento em que a tragédia se abateu.

Poucas pessoas na Bíblia passaram por tanta dor e tragédia quanto José (Gen.37-50). Foi desprezado pelos próprios irmãos e injustamente vendido como escravo. Conhece alguém de sua família que pensa em “lucrar” com os próprios familiares? Assim eram os irmãos de José. Uma vez no Egito (lugar onde não queria estar), foi injustiçado de novo pela esposa de Potifar. Na cadeia foi injustiçado quando esquecido pelo copeiro a quem revelou o sonho de restituição de sua função. Tanta dor, tanta tragédia… o que fez com que ele continuasse? O que fez com que ele progredisse? Sim, porque em todo lugar que ele passava, ele prosperava.

1) Deus era com ELE (39:2) – Deus não estava só com José; o Senhor era com ele. José, ao invés de alijar Deus da sua vida após tanta injustiça e dor, se “MISTUROU” com ELE. E quando alguém está juntinho de Deus a vida continua, porque o Consolador nos dá força para prosseguir.

2) José deixou coisas para trás (41:51) – Paulo também fez isso (Fl.3:13-14). O nome Manassés quer dizer esquecimento. Há coisas que não se esquecem, mas que também não precisam ser lembradas. Se você quer prosseguir é preciso deixar coisas para trás. Ninguém consegue andar para frente olhando para trás. Não foi isso que ocorreu com a mulher de Ló (19:26)? Pessoas paralisadas se dissolvem no tempo…] 

3) José olhou para frente (41:52) - Efraim significa prosperar. Deus tem para voce experiências boas, ainda que voce viva na terra da sua aflição. O melhor do Senhor ainda está por vir (Jo.16:33). José tocou a vida para frente. Não era o que ele planejara, mas Deus tinha o controle da sua vida. Foi ele o instrumento de provisão numa época de intensa fome. Deus fez com que sua influência atingisse todo o Egito e transbordasse para as demais terras. Ele olhou para frente. José prosseguiu, continuou.

Que nesse final de 2009 voce se desprenda do que tem impedido sua vida de prosseguir. Para que em 2010 sua vida vá adiante, para um nível e estágio que, como José, nunca pensara em atingir. Que nasça no seu coração dois filhos dados por Deus: Manassés e Efraim.

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

MISSAO INTEGRAL – ESTAO ACABANDO COM ELA AQUI NO BRASIL

Arquivado em: Liderança — sdusilek @ 2:43 am

Um dos poucos redutos de uma teologia sadia e saudável está ruindo. Trata-se da Missão Integral. A Missão Integral é o resultado de uma busca sincera e um retorno ao modelo ministerial deixado por Jesus. Nem um evangelho social que preconizava somente o atendimento das necessidades sociais (Walter Raschenbush, 1916), nem tampouco aquele evangelho acadêmico, desconectado da realidade e das necessidades do mundo, fruto do racionalismo filosófico do século XIX. Um resgate puro e simples da vida de Jesus. Um desejo autentico de reproduzir os passos do Mestre.

Sua formulação mais conhecida é “o evangelho todo para o homem todo”. Seu primeiro encontro Conciliar foi traduzido pelo PActo de Lausanne em 1973. Com Ele vem o desejo de expansão do Reino, não necessariamente da Igreja. Isso porque muitas vezes a igreja não acompanha o que é o Reino. E com a visão do Reino vem o alargamento da percepção que a luta deve ser contra o sistema e não somente centrada na salvação de almas. É a busca por um evangelho encarnado, transformador, redentor de uma realidade. Isso porque há sistemas inteiros escravizando milhões de pessoas debaixo da tirania do Diabo. Ser cristão integral portanto não é dormir na igreja todo dia. É adotar uma postura de luta contra esses sistemas injustos que existem. É propagar algo do tamanho de Deus: o Seu Reino!

Por tentar reproduzir o modelo de ação de Jesus, os líderes que envolvidos estão nesse grupo normalmente são um reduto ético. No momento em que se ouve tanta besteira sobre tantos líderes no país, saber que há um reduto que preza pela integridade pessoal é um alívio. Eu chamaria até de um Oásis.

Gente que tem cheiro de povo, que anda no meio das pessoas. Gente que procura desdizer esse modelo ministerial que se implantou no Brasil: personalista-despersonalizado. Personalista porque líderes se ufanam como sendo os detentores da verdade, do saber, da intimidade com Deus e dos oráculos divinos; despersonalizado porque ele é construído por algo não pessoal que são os métodos de crescimento de igreja. Qual era o método de Jesus? Não o vejo com métodos, mas sim com princípios de ação. E para quem acha que ele era personalista… veja os apóstolos em ação após o Pentecostes. 

Pois é: justamente essa coisa tão boa é que estão destruindo no Brasil. E isso através de 3 ondas.

A primeira foi da questão da santidade pessoal. Alguns dos maiores líderes e representantes desse movimento “acabaram pecando”. Gente com uma vida íntegra mas que teve uma mancha em algum momento. Certamente que isso gerou um certo abalo na credibilidade dos líderes que se reuniam em torno da Missão Integral.  Mas interessante é que dois desses lideres apontaram seus erros. Eles se denunciaram. Até quando erraram foram homens e crentes. Ao contrário de muitos que existem por ai…

A segunda onda foi a da falta de Graça. Esse grupo sempre apregoou a mensagem da Graça. Sempre se propôs a viver com a Graça e em Graça. Mas quando alguns dos líderes caíram, foram tratados a “ferro e fogo” e não com Graça por muitos desses “graciosos líderes”. Eles (os que erraram e assumiram/expuseram seu erro) foram abandonados. Contudo manifestações concretas da Graça foram  encontradas em parte da liderança. Por isso que conversar com um Carlos Queiroz é tão cativante. Por isso que entrevistar Manfred Grellert é tão instigante. O que não dizer de ouvir Caio Fabio, ou ler textos de Darci Dusilek (falecido pai)… é gente que vive  (ou viveu) a Graça de Deus. Mas aconteceu algo que manchou esta história e da qual eu me envergonho porque estava lá.

Por volta do ano 2001/2002 (se não estou enganado na data) foi marcada uma reunião em Sumare-SP para planejamento do CBE-2 (segundo congresso brasileiro de evangelização), o qual foi realizado em Novembro de 2002 no SESC Venda Nova-MG. Na época na JUMOC (Junta de Mocidade da Convenção Batista Brasileira) fui convocado para esta reunião. E duas coisas muito me marcaram lá: a) passei muito mal a ponto de procurar um hospital (mas acho até hoje que foi algo que comi em Palmas-Tocantins, da onde estava vindo); b) a falta de Graça com que foi tratado o pai do Pr.Caio Fabio.

Houve um momento daquele encontro que foi se estabelecer um conselho consultivo para o congresso. Daí foram indicados nomes e entre eles o do Rev.Caio Fabio, pai do Pr.Caio Fabio. Na mesma hora houve uma reação de repulsa e negativa de parte dos líderes que ali estavam. Penalizaram o pai por conta do que não concordaram do filho. Nem a cultura judaica foi tão cruel. Para os judeus os pais comiam uvas verdes (pecavam) e era a boca dos filhos que embotava (os filhos sofriam as consequencias – veja o profeta Jeremias). E quem agiu assim de modo mais agressivo foram aqueles que mais aproveitaram a “sombra” ministerial do Caio Filho.  Essa falta de Graça de gente que proclama a Graça foi dura demais. Me envergonho de não ter peitado aqueles lideres na hora. Me envergonho de não ter defendido, naquele momento, aquilo que creio. E já expus essa vergonha pessoalmente ao Pr.Caio Fabio (o filho) pedindo-lhe perdão por isso.

Quebra na integridade/santidade, resgate da Lei e abolição da Graça… a única coisa que estava faltando era a venda. Sim, o caráter mercantil no evangelho.  A mercantilização começou com o uso daqueles que eram mais proeminentes. Agora parece que passou a questão do recurso financeiro. É não falta mais a venda. Compraram a “missão integral”. 

Alguns dos principais líderes da Igreja no Brasil,  notadamente adeptos da Missão Integral e da busca pela coerencia de vida, estão se “prostituindo”. Igrejas bonitas, pomposas, abastadas, mas com líderes tirânicos, de conduta moral reprovada, tem se constituindo os novos parceiros ministeriais desses líderes. Os novos amigos são os “velhos amigos do mundo” ou do Diabo. E isso está acontecendo do Norte ao Sul do país.

Gente que não sabe nem o que é Missão Integral; gente que não ama nem missões porque do bolso não sai nenhum recurso para o campo (quanto mais missao integral…); gente que nao tem cheiro do povo, nem da classe média, muito menos ainda dos pobres; é esse tipo de gente que tem ganho guarida na “liderança” da Missão Integral. Fiquei sabendo esses dias que o 3o Lausanne que será na Africa do Sul no ano que vem (o segundo foi na década de 80 em Manilla, Filipinas) tem credenciado gente que tá mais para o movimento neopentecostal do que qualquer outra coisa. Mas isso em nome das “parcerias”…

Percebe como estão acabando com a Missão Integral no Brasil? A única coisa sã no campo da teologia ministerial está sendo corrompida. Por isso não creio nesses congressos que lutam pela igreja mas que vendem seus valores por uma boa parceria, nem nesses encontros com essa liderança que deixou de viver a Graça e agora assumiu uma postura sacerdotal (compactuação com o erro vigente). Se você está pensando em ir  a algo assim, desista. Fique em casa. Leia um bom livro. Gaste um tempo em oração. Fazer isso vai valer muito mais a pena. Ir nesse tipo de evento que circule preletores que não os que citei aqui… creia em mim… é perda de tempo.

ONDE VAMOS PARAR? Não sei. Mas não pare nesse tipo de evento da Missão Integral. Estão acabando com ela aqui no Brasil.

Com tristeza,

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

Perpetuação… isso é sinal de integridade?

Arquivado em: Liderança — sdusilek @ 1:13 am

O ano de 2009 foi significativo para o nosso país. Nossa divida interna foi para o espaço sideral (de tanto que cresceu!) e nossa divida externa foi para ou hiperespaço (sumiu!). Quem poderia pensar isso há um tempo atrás?  Nosso presidente, esse mesmo que não gosta de trabalhar mas que surfa como ninguém (se não fosse um tremendo surfista nao aproveitaria essa onda mundial que tem tanto beneficiado o pais), tem sido apontado como um dos grandes líderes mundiais… É, tenho que admitir:  John Maxwell está cada vez mais atual… a carência de líderes é gigantesca.

 No senado, no “planalto central”, escandalo sobre escandalo. Um Sarney que mesmo com tantas provas, permanece. Um Arruda que vai permanecendo com “galhinhos/folhas” que levam seu nome, ou mesmo com seu correspondente evangélico (não cristão) da oração de gratidão pela corrupção e de proteção ao corruptor…

A questão que se apresenta aqui é: seria a continuidade um sinal de integridade, de acerto moral, de comprovação  cabal de padecimento de uma perseguição injusta? Seria correto pensar que alguém resiste num cargo por conta de sua integridade?

Fato é que líderes permanecem por conta de seu exemplo, de sua conduta irrepreensível, de sua moral elevada. Mas nem todos os líderes que estão no poder, seja ele politico, social, economico ou eclesial, se perpetuam pela sua índole irretocada. Na verdade muitos se perpetuam pelas maquinações e acertos que fazem.

Acabe foi um dos piores reis de Israel (I Reis 16:29). Mas mesmo assim reinou por 22 anos (será que isso se cumprirá nos dias de hoje?)… um longo tempo de sofrimento para um povo. Contudo Deus nao deixou que ele reinasse por todo um periodo de tempo, tido normalmente como um prazo de 40 anos. Quem viveu naquele periodo do reinado de Acabe pode ter começado a pensar que o rei estava certo. Certo no culto a Baal, certo no casamento com Jezabel, certo na perseguição aos profetas do Senhor. Mas quem anda com Deus sabe o que está errado e que por vezes tem de ficar recluso, no seu canto e não nos palácios (I Reis 19). Quem teme a Deus não pode andar com Acabe.

Por isso não vejo temor naquele homem que orou com o “Durval” em Brasilia. Também não vejo temor em alguém que apoie Sarney. Certos tipos de “sarna” são realmente dificeis de sair. Triste é entrar no  novo ano com essa herança moral pesada de 2009. Triste é saber que isso não está restrito a política.

De fato, integridade nada tem a ver com permanência no poder. E quem faz uso desse tipo de argumento, creia: tá todo enrolado em seu processo de desintegração.

Pense nisso!

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

novembro 25, 2009

O SORRISO DA PRINCESA

Arquivado em: 1 — sdusilek @ 10:30 pm

Ela chegou de surpresa

Pra todos naquele dia

Ela é nossa princesa

Letícia – a que traz alegria

 

Já são dois meses vividos

Sob as bençãos do Senhor

Recebendo da família

Todo o cuidado e amor

 

Papai chama de “chameguinho”

Mamãe, “cremosa delícia”

Ela é herança do Senhor

Ela é nossa Letícia

 

Seus lindos olhos azuis

Olham tudo ao seu redor

De preferência a janela

Que é seu “cenário” melhor

 

Mas o que ontem senti

Foi lindo e simples assim:

Ao ouvir “Vovó te ama”

Letícia sorriu para mim!

Autoria: Vovó Elda Zambrotti – 22/11/09

novembro 21, 2009

FOME DE DEUS

Arquivado em: Estudos — sdusilek @ 12:39 am

Em sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé se depararam com um paralitico desde seu nascimento, na cidade de Listra. Lá Paulo é usado por Deus para realizar um milagre incrível. Algo que ganhou total publicidade na cidade. Até o sacerdote pagão  ficou impactado com o milagre (At.14:13). Todo o povo queria sacrificar algo aos dois missionários, porque o via como encarnação de deuses (v.12). Afinal algo sobrenatural e indescritível tinha acontecido no meio deles.

Eles estavam certos numa coisa: aquilo era obra do Deus maior. Mas erraram ao creditar aos homens a glória devida a Deus. A coisa foi tão flagrante, que os apóstolos tiveram que tomar uma medida chocante e drástica: rasgaram suas vestes no meio deles e gritaram reafirmando sua humanidade (v.14,15). Se um povo tinha tanta fome de Deus que ao menor sinal do poder divino, tinha disposição de divinizar o instrumento da operação do milagre, Paulo e Barnabé mostram o auge de uma consciência servil ao não aceitar uma glória que não era deles. Se a ausência de Deus era absoluta entre os de Listra, a presença e a Glória de Deus enchia a vida daqueles missionários. Somente alguém cheio de Deus para recusar a fama. Somente alguém cheio do Espírito para direcionar o holofote para Jesus!

Fome de Deus boa certamente era a que impulsionava Paulo e Barnabé a buscarem cada vez mais o Senhor. Essa eu oro para que nós tenhamos sempre. Fome de Deus ruim era a do povo de Listra, que o tornava preso de manifestações extraordinárias. E mesmo quando Deus manifestou a Sua Glória naquela cidade, na vida de um homem, eles insistiram em confundir o Criador com a criatura (v.18).

Essa experiência bíblica me faz pensar na igreja contemporânea. Muitos que estão na igreja têm uma legítima fome de Deus a qual procuram satisfazer buscando a Sua presença cada vez mais em vida de sintonia e comunhão íntima com Ele. São como Paulo e Barnabé, instrumentos para a manifestação da Glória de Deus.

Há outros que estão na igreja e embora se digam (ou até sejam crentes!) têm fome de Deus. Mas são como os de Listra. Se apegam às pessoas e não a Deus. Querem sacrificar aos homens e não cultuar a Deus! Sua fé precisa de uma muleta. E essa muleta são seus líderes. O problema maior é que líderes como Paulo e Barnabé são escassos hoje. Gente que não só fala, mas que vive para a Glória de Deus… Gente que não aceita a idolatria do povo, que se despe e que mostra sua humanidade… ao contrário disso, o que mais tem é líder querendo o status de “semi-deus”. São líderes sem Deus para um povo faminto de Deus. Será que esse é seu caso? Será que voce está em uma igreja assim?

Olhe só para alguns fenômenos comuns:

a) lideres sem Deus e igrejas com uma fome ruim de Deus, são aquelas que somente o líder principal tem poder. Os outros não valem nada. O que presta é somente esse líder principal. E ele faz de tudo para manter essa cultura da idolatria. O discurso pode até ser diferente disso, mas a prática… essa é sua realidade? Não falo aqui de carinho e reconhecimento, falo de um processo de divinização de um homem, o qual rouba a glória que é devida somente a Deus;

b) líderes sem Deus e igrejas com uma fome daninha são aquelas que voltam ao processo de sacerdotalização do líder. É como se o líder fosse o único mediador entre a pessoa e Deus. É como se somente ele tivesse os “oráculos” divinos. Deixa a figura de pastor e se transforma em uma espécie de “guru, cartomante da fé”. Deus então teria deixado de falar com seu povo para falar enviesadamente através desse líder. Perde-se o relacionamento com Deus para se construir uma via paralela de relacionamento com o líder. Se na sua igreja só vale a palavra, o atendimento com o pastor principal, é porque talvez voce esteja vivendo um processo de “envelhecimento do Testamento”;

c) outro fator dessa fome de Deus é a sensação de que na ausência do líder principal a igreja vai acabar… ora, a igreja é de quem? Se ela tem dono entre os homens então creia: ela vai acabar mesmo! Mas creia também que ela nunca foi igreja! Uma igreja que possui um líder bom, fiel e temente a Deus (coisa rara, cá entre nós) pode sentir sua saída, mas jamais sofrer uma descontinuidade. O que é de Deus e que procura fazer a vontade dEle não morre! O toque de Deus é  pela eternidade. Sua igreja é do seu pastor ou de JESUS?

d) outro fenômeno correlato dessa fome de Deus que leva, ao invés de uma aproximação, a um distanciamento é a glorificação do líder e não de Deus. Os feitos e fatos são atribuídos ao líder e não a Deus. E esse líder acaba aceitando e acolhendo essa divinização. Tudo é o “fulano que fez”. Não o Senhor de nossas vidas. Se você tem este comportamento ou segue alguém que o estimula, sinto em dizer, mas há um vazio de Deus em sua vida.

Essa foi uma lista pequena. É bem possível que tenha outros inúmeros fatores. O que é triste é que a igreja evangélica brasileira hoje se assemelha a Listra. Se Paulo e Barnabé estivessem aqui, acho que rasgariam de novo as vestes.

Que O Senhor tenha misericórdia da gente!

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

 

 

novembro 12, 2009

APAGÃO: A CULPA É DE DEUS!

Arquivado em: Cultura — sdusilek @ 10:44 pm

É… A Bíblia afirma que Deus é LUZ (I João 1:5) mas o governo Lula disse, entre outras palavras, que o Senhor apagou o Brasil na ultima 3a dia 10/11. Sim, porque dizer que fenômenos climáticos da Natureza é que causaram a queda da energia é nada mais, nada menos, do que transferir a responsabilidade, a culpa, para Deus. O fato é que o governo Lula, no afã de tercerizar a culpa, acabou cometendo uma espécie de sacrilégio.

Biblicamente falando, Deus não tem luz, Ele é luz. E justamente por nEle habitar a plenitude de toda força irradiativa que nossa existência pode supor e apreender é que no Senhor não há treva, não há sombra, não há variação. Por isso Deus não traz apagões sobre ninguém, mas sim iluminação, luz e vida sobre todos que querem sofrer o impacto dessa Luz. Quando criou o mundo Ele disse: “haja luz”. Quando encarnou, o profeta Isaias profetizou e os evangelhos atestaram que a terra de Zebulom e de Naftali viu “uma grande luz” (JESUS). O próprio Jesus disse no evangelho de João que Ele “era a luz do mundo”. A irradiação, como a conhecemos notadamente da energia nuclear, deforma o que está sob sua influência. Deus como Luz perfeita transforma tudo aquilo que se sujeita à sua influência/obediência.

Quando se coloca a culpa em Deus, o governo Lula acaba roubando do povo a esperança e instaurando o medo. Ora, o que está por detrás desse apagão que tem que se culpar fenômenos climáticos? Por que não dizer a verdade, ambiente esse de onde é renovada a esperança? Se no Brasil sempre teve raios, chuvas, enchentes e secas, o que de tão diferente aconteceu para que um fenômeno climático possa ser responsável por tamanho transtorno? Nevou? Teve furação magnitude 3 para cima? Parece-me que não…

É aí que me permito pensar que nosso sistema elétrico é frágil e nosso governo  de fachada. Talvez seja mais fácil hoje acreditar na anedota que circula pela internet que a causa do apagão foi um estagiário de Itaipu mais desavisado que ao sair apagou toda a luz…

Ter algo frágil nem é o maior problema. O problema é ter uma liderança tripartite (ONS-Operador Nacional do Sistema; Ministerio das Minas e Energia; Aneel) que não se entende, não se encontra, e que não fala a mesma língua há não ser dos vaticínios errados quanto a solução do problema. Essa ausência de liderança que se manifesta desde a informação desencontrada, desmentida, até a falta de um “plano B”, de algo emergencial para esse contexto é que causa espanto. Na verdade o apagão do Brasil mostrou o apagão no qual está o governo de nosso pais. Apagão espiritual, profissional, de liderança, institucional.

Com certeza a culpa não é de Deus. Nem da natureza que Ele criou.

Encerro fazendo um apelo a voce: nao imite o governo de nosso país. Não culpe a Deus por aquilo que Ele não fez. Isso é imaturo, feio e mostra o quão distante da Luz do Senhor (de sua irradiação) você está. Lembre-se que o primeiro passo para que você possa ser transformado é reconhecer a sua responsabilidade para que possa mudar e ser melhorado. Lula… ainda bem que está se apagando…

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

novembro 5, 2009

Duas alegrias…

Arquivado em: Estudos — sdusilek @ 4:28 pm

A Bíblia fala de uma alegria verdadeira, de uma videira que irradia vida e alegria independente da circunstância que lhe cerque (Joao 15:1-5). Conquanto Jesus seja essa fonte maior de alegria, a Bíblia não exclui a existência de outras fontes, que na verdade são externas.

Pois nesses dias estou desfrutando de duas fontes que Deus me presenteou. A primeira é a paternidade (e da Letícia), a segunda é a CBRIO-RIO2.

Paternidade… entender um pouco do amor do Pai, agora vivenciando o amor de pai… é indescritível. Pegar Letícia no colo e vê-la olhando para mim fazendo biquinho… ver aquela fragilidade se desmanchando entre meus “chameguinhos” e muitos “cheirinhos”… isso não tem preço. Vê-la esboçar os primeiros sorrisos (ainda que alguns digam que é involuntário) é tudo. Saber que ela me ouve mesmo sem saber o que significa as minhas repetidas expressões de “a amo”, de ouvir meus repentes (“quem é o do papai a delícia? Seu nome é Letícia!”) mau cantados, é prazeroso demais. Sorrio só em pensar que vou vê-la. É ou não é uma fonte de alegria até no significado do nome?!

A segunda tem sido a implantação da CBRIO no RIO2. Que frenquentam as reuniões, seja de 3a ou de domingo, já somos quase 40 pessoas. E como tem sido bom conviver com cada um dos irmãos! Ver gente sendo trazida por Deus para estar conosco! E gente com o coração disposto a servir.

Sou grato a Jesus, fonte de minha alegria, por essas duas alegrias que ele acrescentou a minha vida. Ambas são possíveis de serem conhecidas por voce, principalmente se voce morar no RIO. Digo isso porque a partir de 22/11/09 pela manha (quando acontecem nossos cultos no RIO2 – 11:00-12:30 e onde Leticia será apresentada) voce poderá, caso queira visitar-nos ou mesmo esteja procurando uma comunidade de amor onde se achegar e aconchegar, estar conosco. Para voce que tá cansado de um legalismo religioso ou de uma espiritualização bestificada e procura um lugar de Palavra, Paz e Ânimo, Deus já  o aprontou (porque ali Ele já aportou!)  para você – CBRIO-RIO2

A Deus, fonte da benção e da alegria, seja dada toda Glória! Aos envolvidos diretamente com essas alegrias, minha admiração, gratidão e também, um BEIJAO!

Pr.Sergio Dusilek

julho 21, 2009

DESMATAMENTO E OXIGENIO

Arquivado em: 1 — sdusilek @ 6:59 pm

Nunca me envolvi com causas ecológicas. Não que não seja simpático a elas. Mas entre simpatia e envolvimento há uma grande diferença. Não defendo a atuação dessas ONG´s internacionais de defesa da Ecologia porque vejo nelas um neo-imperialismo. Em seus paises não resolvem nada. Mas aqui, no terceiro ou emergente mundo, conseguem algum espaço da mídia e exercem alguma pressão. Ora, se são tão bons, por que os Estados Unidos ainda não aderiram ao protocolo de Kioto?

Mas confesso que estou simpático a onda verde. Minha motivação extra não vem da visualização dos bichinhos sofrendo. Vem da política. Isso mesmo que você leu: política! Mais precisamente por conta dos senadores Tiao Viana e Marina Silva, do Acre.

Como explicar o comportamento coerente desses dois senadores? O que os diferencia do resto (literalmente RESTO) que está  no senado? O Partido (PT) é igual ao de muitos outros senadores. O ambiente é o mesmo. As vicissitudes idem. Como explicar esse nível de oxigenação no Senado Federal? Diante de um ar com tanto monóxido de carbono, de algo tão viciante,  como explicar essa postura diferenciada?

Creio que isso deve estar acontecendo por conta dos ares do Acre. O ar lá é mais puro. O oxigênio é mais abundante. Só isso explica a diferença entre eles e o RESTO… pena que não tenho como votar neles. Lamento também que não tenha no Rio Senadores como eles.

Viva a Floresta Amazonica! Em especial a que é pertencente ao ACRE!

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

julho 6, 2009

O que faz alguém afundar?

Arquivado em: Estudos — sdusilek @ 12:37 pm

Ouvindo meu pastor pregar hoje, Deus me levou a esboçar outra mensagem que nada tinha ligação com o que ele dizia, mas sim com o culto que prestamos. Antes que você ouse achar que ele pregou mal (coisa que ainda não vi!), eu preciso desfazer essa noção. Compreendo que quando Deus manifesta sua Glória, sua Presença num local, como a CBRIO (por exemplo), Ele “abusa” em falar conosco. Creio que para isso a vida do pastor conta muito. Daí, em dois minutos saiu o esboço de uma reflexão que quero compartilhar contigo.

O que faz alguém afundar? Por que alguém que andava tão bem, acaba em algum momento submergindo? O que torna alguém que respirava vítima de um afogamento?

Penso que em primeiro lugar está o pecado. O pecado pode parecer bom e atrativo. Pode também emprestar a você uma idéia de liberdade e de frescor. Mas na verdade o pecado é um peso tão grande que nos lança para longe do sagrado monte do Senhor. E longe de Deus nós só afundamos. Pecado meu querido pesa. Isso porque nenhum pecado passa incólume, sem conseqüências. Pecado pesa na alma, porque a culpa não tratada na Luz e com verdade se torna elemento corrosivo e pesaroso da alma. Pode crer: a culpa sufoca.

Há pessoas que hoje estão com a vida toda embaraçada devido a pecado. E só há um jeito de se livrar dele: confessá-lo a Deus, para obter do Senhor o perdão.

Mas nem só de pecado é que as pessoas se afogam. Há gente que está afundando porque racionaliza demais as coisas. Sempre se justifica. Nunca assume seus erros. Sempre os erros pertencem ao outro. Fazem coro com o despojado e sarcástico humor de Sartre em que dizia que “o inferno é o outro”. Tentam arrumar explicações para o que aconteceu. Tentam ponderar o que é impoderável. E assim, de escusa em escusa, de racionalização em racionalização, acabam afundando. Não foi assim com os discípulos a caminho de Emaús (Lc.24)? Se afogando na mágoa da separação, mas sem dar espaço para a consolação que vinha da Palavra de Deus? Pare de racionalizar! Acate o que Deus está lhe dizendo pela Sua Palavra!

Em terceiro lugar, há pessoas que se afundam por causa das bênçãos. Exatamente isso: bênçãos. Tem gente que não sabe lidar com a benção que Deus lhe concede. Ora para passar no vestibular e depois de aprovado esquece-se do Senhor ao longo do curso universitário. Pede a Deus uma namorada e depois se esquece de Deus, até o dia em que o namoro termina. Sabe quem não soube lidar com a benção? O Povo Hebreu na saída do Egito. Deus o abençoou e ele recebeu despojos (pagamento/bens – Ex.12). Mas na primeira oportunidade empregaram e entregaram a benção para construção de um ídolo… (Exodo 32). Tem noção? Pois é assim que muitos se afundam… não estão preparados para lidar com a benção porque embora tentem agradar a Deus, seus corações não são totalmente retos/inteiros diante dEle.

Para esses casos, ao invés da benção fazer subir, acaba pesando para descer abaixo do nível das águas. E aí o afundamento é certo!

Há gente que se afoga por conta dos entulhos que recebe na vida. Na Bíblia há um relato de uma guerra de dois reis Asa e Baasa (II Cronicas 16). Baasa estava construindo o primeiro grande muro de separação na Palestina, na cidade de Ramá. Queria impedir o contato e a travessia do reino do Norte (Israel) para o reino do Sul (Judá). Só que Asa contratou o exército Sírio que fez com que Baasa parasse a construção (16:1,5) deixando entulhos para trás. Asa não pediu para receber aquele entulho, mas ele fez algo maravilhoso com ele. Simplesmente ele pegou aquele material e edificou duas cidades (16:6). Sabe por que muitos afundam? Porque não sabem o que fazer com o entulho que recebem dos outros na vida. Sentem então o peso do entulho e submergem com extrema rapidez. Contudo, o segredo da vida não é desprezar o entulho que você recebeu, mas sim beneficiá-lo. Usá-lo na construção de algo realmente importante e de valor. Nas mãos de Deus, até mesmo entulho é transformado em benção!

Por fim há gente que se afoga por causa da incredulidade (Mt.14:22-36). Tem gente presa em sua estrutura de vida e que, mesmo estando cansado do vento contrário e de tanto remar, não consegue crer que Jesus vem em sua direção e socorro. Acabam achando, quando percebem a presença de Deus claramente se manifestando, que é uma alucinação, “um fantasma”. Não conseguem crer que é Jesus…

Outros há que ousam abandonar esta estrutura de vida (o barco onde se encontram) que impede que prossigam. Não conseguem crer que sob a ordem de Jesus podemos andar sobre os mares. Pedro tentou, mas acabou duvidando (v.31). Engraçado é que na hora em que precisamos mais crer é que justamente sentimos medo. Nessa hora bate a dúvida, e deixamos de olhar para Jesus para reparar na força do vento (v.30). Só resta a incredulidade tomar o coração.

Mas a boa notícia (o Evangelho é impregnado de boas notícias) é que Deus não nos deixa afundar. Sua destra poderosa está bem perto de nós, pronta para nos soerguer ao menor sussurro, ao maior clamor. Deus nos sustém. Deus nos levanta. Deus nos leva aos altos céus para respirarmos um ar puro (Is.40:31).

Para que afundar? Clame ao Senhor e agarre a mão de Jesus que está estendida em sua direção. Creia no Senhor Jesus.

 

Pr.Sergio Dusilek

sdusilek@gmail.com

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