Novos Caminhos, Velhos Trilhos

agosto 29, 2018

Geração de “Acabe’s”

Filed under: Sem categoria — sdusilek @ 11:12 am
1)”E levantou-se após ela, outra geração que não conhecia ao Senhor, nem tampouco a obra que ele fizera a Israel” (Jz.2:10b)
2) “E Acabe disse a Elias: És tu, perturbador de Israel? Ao que Elias, respondeu: Não sou eu que tenho perturbado a Israel, mas és tu e a casa de teu pai, por terdes deixado os mandamentos do Senhor, e por teres tu seguido os baalins.” (I Reis 18:17,18)
Sendo bem honesto com você, a cada postagem que faço aqui, tenho a nítida sensação que há muitos que não conhecem ou pelo menos parecem (ou até mesmo fingem) não conhecer o Senhor. A comutação dos princípios em nome de um pragmatismo (religioso ou político), a forma “ACABada” (de Acabe) como outros leem os apontamentos aqui qualificando-os como “perturbação” (o que pode ser visto no teor de certos comentários e nos “seletivos likes”), sendo que perturbadores, cristãmente falando, são os atos apontados, a inversão da ética para justificar o injustificável, ou mesmo para desqualificar quem faz o registro, numa clara “cortinização” do fato em si, me deixam profundamente preocupado com aquilo que me parece ser, na melhor das hipóteses, um flerte com um cristianismo nominal (Ap.3:1).
É um tempo de gente que nomeia os Acabes do mundo como pacificadores e os Elias como perturbadores. Um tempo de pessoas que “coam o mosquito” em suas comunidades de fé, mas que deixam passar não só “camelos”, mas também “mamutes” em nome de uma pacificação que nada tem de paz, pois calcada na mentira e na negação da verdade, assim como as UPP´s cariocas.
Um tempo de gente que passa anos na Igreja e continua sendo infantil; que não amadurece ora por opção, ora pela falta de condição. Sabem pouco de Jesus, de sua vida, obra e notadamente, do Seu Ensino.
Um tempo de gente que se dói com a verdade, mas que se aconchega e se aninha com “doces mentiras”. De pessoas que em nome do reinado, mesmo que seja um ACABiano oscilando entre a negação e a dilapidação dos fundamentos da vida cristã, rejeitam e expurgam os “tisbitas”.
Tempo da pleiteada univocidade comunitária… ora, onde está Jesus se todos são iguais, de direita ali, de esquerda acolá? Será que a ação do Espírito produz automatização, mimetização coletiva, ou concordância (o que é bem diferente)? Desculpe meu querido: locais de univocidade comunitária são locais de manipulação. E onde há manipulação o espírito não é, nem pode ser SANTO.
Com muita preocupação e orando é que escrevo isso aqui. Estamos vendo grassar, no meio evangélico, uma geração de “Acabes” e não de Elias (como dizia um cântico). Uma turma que tolera e deita com Jezabel, mas que não suporta Elias. Não é por outro motivo que digo que tem algo de muito estranho nesse Evangelho.
Pr. Sérgio Dusilek
sdusilek@gmail.com
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